QR codes estáticos e dinâmicos
Um QR code estático guarda o seu destino no próprio desenho. Um dinâmico guarda um link curto que pertence ao gerador, que então redireciona. É assim que muitas ferramentas “grátis” acabam cobrando: se o serviço de redirecionamento é desativado, todo código que você imprimiu para de funcionar.
Este gerador cria códigos estáticos. Você não pode editar o destino depois de gerar, mas nada consegue quebrá-lo, nada é rastreado e nada expira. Para um link que não vai mudar, como o seu @ do Instagram, o seu número de WhatsApp ou o seu site, o estático é a escolha mais segura, principalmente em material impresso.
QR codes que abrem uma conversa, não um site
A maioria dos QR codes aponta para uma página inicial, um destino fraco: quem escaneia cai em uma página e precisa descobrir o que fazer. Um link de conversa elimina essa etapa e abre a conversa já com o teclado na tela.
As opções acima montam esses links para você. O Instagram usa ig.me/m/seuusuario para abrir um direct. O WhatsApp usa wa.me com o seu número no formato internacional e pode levar uma mensagem pré-preenchida. O Messenger usa m.me. Impresso em uma embalagem, em um display de mesa ou em um recibo, o QR de conversa transforma um momento offline em uma conversa que você pode responder. E, se essa conversa chegar às 23h, uma primeira resposta automática evita que ela esfrie.
Se o código só precisa levar ao seu Instagram, o gerador de QR code do Instagram tem opções para o seu perfil e para um direct com você.
Regras de cor e contraste para o código ser lido
Você pode trocar as cores do código acima, mas os leitores são menos tolerantes do que parecem. Mantenha o código bem mais escuro que o fundo: código escuro sobre fundo claro é o que todo leitor espera. Inverter isso (código claro sobre fundo escuro) falha em muitas câmeras mais antigas.
Evite combinações de baixo contraste, como cinza médio sobre branco ou duas cores de marca parecidas, e nunca coloque um código sobre uma foto ou um degradê. Mantenha intacta a zona de silêncio, a margem em branco, nos quatro lados: cortar rente ao desenho é a segunda causa mais comum de um código que não é lido. Teste o código impresso em dois celulares diferentes antes de rodar a impressão.